quarta-feira, 1 de julho de 2009

"Anayumi e a raposa GonGon" vamos lá a ver o que isto é.


Era uma vez uma raposa que morava sozinha numa floresta.Ela chamava-se GonGon, era simpática mas travessa....”

Este projecto , esta ideia surgem inspirados na literatura manga, nos contos tradicionais japoneses e no universo tantas vezes falado das gueichas japonesas.

“Anayumi e a raposa GonGon” é antes demais o delirum do actor que a protagoniza , inspirado num conto tradicional japonês cuja papel principal é o de uma rapoza simpáticas mas travessa (GonGon).

A partir dái tudo se torna possivél.

É um pequeno espectáculo mas sobretudo uma traquenice, uma lufada de ar fresco protagonizada por um clown que acha e que pretende ser a mais bonita e graciosa gueicha mas que na verdade não entende nada do assunto. No meio de alguma graciosa aldrabice, algumas perdas de consciência e muito contacto com o publico, tentando sempre afirmar a sua atitude gueixa, Anayumi acaba por contar ao seu publico a história da rapoza GonGon mas sem o uso da palavra.

Atentamente com um sorriso de gente.

Para mais informações, ziriplan@gmail.com.


Baneca Martins.


“ On ne joue pas a être un clown, on l' est quand sa nature profonde se fait jour, dans les peurs premiéres de l'enfance”

“ On ne joue pas a être un clown, on l' est quand sa nature profonde se fait jour, dans les peurs premiéres de l'enfance”

“ On ne joue pas a être un clown, on l' est quand sa nature profonde se fait jour, dans les peurs premiéres de l'enfance”
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“ A procura do próprio clown é ao mesmo tempo a procura do próprio delírio. Ao actor não lhe é pedido para criar uma personagem mas, antes ele deve de descobrir dentro de si a parte clownesca que nele habita. Quanto menos ele se defende, quanto menos ele tentar ser personagem mais facilmente será surpreendido pelas suas próprias fraquezas e dessa força surgirá o seu clown.”
(Le corps poétique, Jacques Lecoq).

* A formação é constituída por duas partes diferentes, numa primeira parte alguns exercícios de abordagem ao clown que por conseguinte nos vão conduzir a uma segunda etapa, ou seja o trabalho de algumas situações caricatas. Antes demais o que pretendemos:

Uma abordagem ao clown , enquanto procura deste estado de ingenuidade primeira.
Um olhar sobre o publico, uma vez que o clown se destaca pela sua relação com o publico.
Revisitar o gozo de uma brincadeira, como expor esse gozo e esse divertimento.
A Imaginação como ferramenta importante na construção e descoberta do seu próprio
clown, uma vez que este está embebido no que cado um é.
Manipulação de objectos.
Construção a realizar a partir de pequenas situações que pode acontecer em grupo ou individualmente.


A Formação acontece:
Sábado 27 de Julho das 9:30 até ao 12h , e das 2h até ás 18h (10 euros por participante).

Esta formação destina-­se a todos aqueles que estejam interessados em partir nesta descoberta e nesta experimentação.
Venham munidos de roupa prática e igualmente de todo o tipo de coisas que possam ser úteis e sugestivas desde, chapéus, casacos grandes ou demasiado pequenos, apitos, botas de borracha, fato de mergulho, banheiras, óculos de todos os tamanhos e feitios....enfim todas as coisas que vos possam parecer interessantes dentro do trabalho proposto.

Pede-­se aos participantes pontualidade.

Se tiverem alguma duvida podem contactar­me através do email: ziriplan@gmail.com


Com um abraço,
Banecas Martins.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

" O carro dos Loucos" em Belver a 20 e 21 de junho.



"Padre: De que te queixas, vilão?" "Camponês: De Deus que é coisa provada que dos homens não gosta nada!".



"Para não perder maré e dilatar a viagem, com clara linguagem, cada um dirá quem é e a causa desta romagem". (Gil Vicente).

"O João sem gota que conta" esteve em Torres Vedras e Santa Maria da Feira e aqui ficam alguns dos sonhos.




A Ovelha do Francisco.

A Francisca que quer voar.